segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Tanque T- 90 - Rússia



O T-90 é o mais recente desenvolvimento da série de tanques "T" russos e apresenta maiores poder de fogo, mobilidade e blindagem em relação aos seus predecessores, sendo fabricado pela empresa Nizhnyi Tagil. Equipado com um sistema integrado de controle modelo 1A4GT automático, engloba o sistema de controle de disparo do canhão modelo 1A43, o imageador térmico KO1 com alcance de até 1,5 km e o imageador PNK-4S para o comandante. O motorista tem à sua disposição um visor noturno infravermelho modelo TVN-5. A blindagem do T-90 é uma combinação do material convencional com material explosivo reativo (ERA). Seu sistema de alerta está a cargo do Shtora-1, composto de jameador infravermelho, quatro detectores de emissões de laser e lançador de granadas fumígenas. Possui equipamento de proteção NBC (nuclear, biological and chemical). O armamento principal é o canhão 2A46M de 125 mm, estabilizado em dois eixos e coberto por uma luva térmica, capaz de disparar uma grande variedade de munições, incluindo a APDS (Armour Piercing Discarding Sabot), HEAT ( High Explosive Anti-Tank) e HE-FRAG (High Explosive Fragmentation). Este canhão pode disparar mísseis anti-tanque 9M119 Refleks, com alcance de 4 km, guiagem a laser e ogiva de carga oca, capaz de penetrar as blindagens explosivo reativas. Seu armamento inclui ainda uma metralhadora coaxial PKT de 7.62 mm e uma metralhadora de 12,7 mm para defesa anti-aérea. A propulsão do T-90 é provida por um motor a diesel V-84MS, de 840 hp, refrigerado a água. O tanque pode carregar até 1.600 litros de combustível, e pode-se adicionar querosene ou benzina ao diesel, sem danos ao motor. Possui um snorkel para travessias de cursos dágua, utilizável por vinte minutos. O Exército russo utiliza há algum tempo a versão T-90S e em fevereiro de 2001 o Exército indiano assinou um contrato para o fornecimento de 310 unidades deste modelo.
Usuários: Rússia e Índia.


Passe o mouse sobre o canhão do T-90, para visualizar a munição 9M119 Refleks (míssil anti-tanque)


Origem
Rússia
Tripulação
3 homens
Dimensões
comprimento: 9,5 m / largura: 3,8 m / altura: 2,2 m
Velocidade
60 km/h (máxima em estrada)
Alcance
550 km (máximo em estrada)
Peso
46 toneladas
Motor
01 motor diesel V-84 MS, de 840 hp
Armamento
Um canhão 2A46M de 125 mm, uma metralhadora NVST de 12,7mm, uma metralhadora coaxial PKT de 7.62 mm e mísseis anti-tanque 9M119 Refleks

Tanque Merkava - Israel



Com o conhecimento e a experiência adquiridos nas modificações de seus carros de combate, originários da França, EUA e Grã-Bretanha, os israelenses decidiram criar, no final dos anos 60, o projeto de um tanque inteiramente nacional, ao qual denominaram Merkava. Os primeiros estudos datam de 1967 e seguindo algumas orientações do Gen.Israel Tal, veterano de campanhas militares, procurou-se adaptar o tanque às condições locais e eleger alguns princípios fundamentais para sua construção: primeiro e mais importante, deviam garantir ao máximo a sobrevivência da guarnição; a potência de fogo vinha em segundo lugar e a seguir a mobilidade. A primeira unidade produzida, na versão Mark 1, saiu da linha de produção em 1979. Seu desenho nada convencional, com o motor e a transmissão na frente e o compartimento de combate atrás, permitiu colocar uma porta na parte traseira, para escape em caso de emergência ou para transporte de infantaria. Espaçoso, o ambiente da tripulação estende-se de lado a lado do veículo e tem ar-condicionado, um conforto extremamente útil em combates prolongados sob elevadas temperaturas, como nos desertos. A silhueta-alvo oferecida pelo Merkava é a mais baixa possível, com a parte frontal angulosa e a torre apresentando uma pequena seção transversal projetando-se para trás. Isto lhe dá um perfil muito baixo, que lhe permite permanecer virtualmente oculto no deserto, onde há pouca cobertura natural.

Sua espessa blindagem é fundida e soldada sob rigorosos testes de resistência, oferecendo proteção adequada contra explosivos incendiários de fósforo, HEAT e HESH. Saias laterais blindadas protegem a suspensão.
O armamento principal é um canhão de 120 mm, desenvolvido pela IMI, que utiliza cargas HEAT, HESH, APDS e APFSDS. Um morteiro de 60 mm, lançadores de fumaça e três metralhadoras de 7.62 mm constituem o armamento secundário. Um estabilizador de quatro posições ( duas giratórias e duas elevatórias), um computador balístico de controle digital, um telêmetro a laser e um periscópio de 360°, com ampliação de 4 a 20 vezes, constituem o sistema de controle de tiro do Merkava, que conta ainda com imageadores termais para operações noturnas.

A mais recente versão deste tanque foi apresentada pelo Ministério da Defesa de Israel, em junho de 2002, o Merkava Mk4, com novos sistemas eletrônicos, motor mais potente, blindagem e canhão aperfeiçoados, devendo estar operacional em 2004, com uma encomenda inicial de 400 unidades. Um pouco mais largo que o Merkava Mk3, em atividade desde 1990, o Mk4 pode transportar oito soldados de infantaria, uma equipe de comandos ou três macas com feridos. Impulsionado por um motor GD 883 V-12 a diesel, fabricado pela General Dynamics americana, de 1500 hp, representa um acréscimo de 25% na potência em relação ao seu antecessor. Está preparado para resistir a impactos de mísseis ar-superfície, lançados de helicópteros, ou modernas armas anti-tanque de ataque a parte superior do veículo. Conta com detectores e extintores automáticos de incêndio, placas metálicas adicionais na parte de baixo contra minas e proteção contra contaminação NBC.


Tripulação
4 homens
Dimensões
comprimento: 8,7 m / largura: 3,7 m / altura: 2,6 m
Velocidade
55 km/h
Alcance
500 km
Peso
62 toneladas
Motor
GD 883 V-12, de 1500 hp
Armamento
Canhão de 120 mm, um morteiro de 60 mm, três metralhadoras de 7.62 mm e granadas fumígenas

Tanque M1 Abrams - Estados Unidos


Originado do projeto MBT-70, de uma concorrência entre Chrysler e General Motors, vencida pela primeira em 1976, o M1 Abrams possui uma característica inédita: sua fonte de energia é uma turbina a gás Avco-Lycoming. Em fevereiro de 1980 foram entregues as primeiras unidades de um total de 7.250 tanques encomendados pelo Exército americano, que viriam a constituir a base de seu poderio blindado nas décadas de 80, 90 e início do século XXI. Atualmente é produzido pela General Dynamics Land Systems. No total 3.273 unidades da versão M1 e 4.796 unidades da versão M1A1 foram entregues ao US Army, 221 unidades para o US Marine Corps e 880 unidades em co-produção para o Exército do Egito. Aproximadamente 315 unidades da versão M1A2 foram exportadas para a Arábia Saudita e outra 218 unidades entregues ao Kwait. Entre 1996 e 2001, cerca de 600 tanques M1 do Exército americano foram modernizados para a versão atual, a M1A2. O M1 possui características notáveis. Uma delas é ser o blindado mais caro do mundo, mas que apresenta melhorias significativas em relação ao M-60 A3. É mais veloz, alcançando até 72 km/h, com ótima aceleração, atingindo 32 km/h em apenas seis segundos. Possui silhueta muito baixa, oferecendo menor alvo ao inimigo, opera com baixos níveis de ruído e sua turbina produz pouca fumaça. Seu armamento principal é um canhão de 120 mm desenvolvido pela alemã Rheinmetall, podendo disparar munições TPCSDS, HEAT-MP e APFSDS esta com um dardo de urânio empobrecido para penetração. O armamento secundário inclui uma metralhadora Browning M2 de 12.7mm na torreta e uma metralhadora M240 de 7.62mm coaxial. O posto do comandante está equipado com seis periscópios permitindo que ele tenha uma visão de 360° do campo de batalha. Tem também à sua disposição um visor termal da Raytheon, estabilizado, para uso durante o dia ou a noite, com escaneamento de área e aquisição de alvo automáticos. O telêmetro a laser fabricado pela Northrop Grumman tem precisão de alcance de 10m e de discriminação de alvos de 20m. Possui proteção NBC e sua blindagem é recheada com urânio empobrecido, podendo resistir aos mais diversos tipos de munições, além disso, em caso de impacto placas especiais com munição reativa dirigem o sopro da explosão para o alto e para fora, preservando sua guarnição. Dotado com equipamento de visão noturna, telêmetro a laser, computador para controle de tiro e grande mobilidade o M1 Abrams é um adversário difícil ser batido no campo de batalha.
Usuários: Estados Unidos (US Army e US Marine Corps), Egito, Arábia Saudita, Kuwait e Austrália.



Tripulação
4 homens
Dimensões
comprimento: 9,77 m / largura: 3,65 m / altura: 2,89 m
Blindagem
Tipo Chobham (composição secreta)
Velocidade
67 km/h (máx.em estrada)
Alcance
425 km (em estrada pavimentada)
Peso
63 toneladas (pronto para combate)
Motor
Avco-Lycoming AGT-T a gás com 1.500 hp
Armamento
Canhão de 120 mm, duas metralhadoras 7.62 mm e uma 12,7 mm,
6 lançadores de granadas fumígenas e geradores de fumaça.

Tanque Leopard 2 - Alemanha



Sucessor do excelente Leopard 1, que teve mais de 6.000 unidades produzidas, do qual herdou as características de mobilidade, poder de fogo e capacidade protetora da blindagem, o Leopard 2 foi uma resposta aos avanços nos projetos de tanques soviéticos na década de 70 e é sem dúvida um dos mais avançados da atualidade. Propulsado por um motor policombustível, turbo, com 1.500 hp de potência, possui maior distância entre as lagartas e suspensão com barras de torção. Sua blindagem é do tipo Chobham, desenvolvida pelos ingleses, constituída de várias camadas de aço e cerâmica, proporcionando proteção eficaz contra todos os projéteis conhecidos. O sistema de navegação, fabricado pela Litef, subsidiária da Northrop Grumman, combina o modo inercial com o GPS (Global Positioning System). Está equipado com um avançado sistema de controle de fogo, combinando telêmetro a laser e o periscópio PERI-R 17 A2 com visão panorâmica de 360° para observação e identificação de alvos, de dia ou de noite, aparelhos infravermelhos e passivos para visão noturna e canhão totalmente estabilizado, o que o capacita a apontar e atirar em movimento, com alta probabilidade de acerto. Conta com proteção anti-NBC (Nuclear, Biological and Chemical).
A mais recente versão do Leopard 2 é a A6 EX, cujas características estão na tabela abaixo, configuração esta adotada pelos exércitos da Alemanha (225 unidades) e Holanda (180 unidades) para upgrade das versões 2A5, Espanha (219 unidades construídas sob licença) e Grécia (170 unidades) onde venceu acirrada concorrência.
Usuários: Alemanha, Holanda, Áustria, Dinamarca, Espanha, Suíça, Grécia, Polônia e Suécia.



Tripulação
4 homens
Dimensões
comprimento: 9,6 m / largura: 3,7 m / altura: 2,7 m
Velocidade
72 km/h
Alcance
550 km
Peso
55 ton.
Motor
MTU MB 873, de 1.500 hp
Armamento
Canhão Rheinmetall L55 de 120 mm e
02 metralhadoras 7.62 mm

Tanque Leclerc - França



Embora as discussões sobre o desenvolvimento de um novo carro de combate para substituir o AMX-30 datassem de meados dos anos 60 e tivessem continuado por mais de uma década, o projeto só evoluiu mais rapidamente quando a parceria entre a França e a Alemanha, para fabricar um único modelo que atendesse aos requisitos operacionais dos dois países foi desfeita em 1982. A partir de então os projetistas franceses concentraram seus esforços em um desenho próprio e o primeiro protótipo do carro de combate Leclerc foi apresentado em 1989 e a produção do veículo, cujo nome é uma homenagem ao heróico comandante da 2ª Divisão Blindada da França Livre durante a Segunda Guerra Mundial, começou no ano seguinte. Pesando 56 toneladas, o Leclerc é mais leve do que a maioria dos tanques atuais e sua construção compacta proporciona uma excelente relação peso/potência. O armamento principal consiste no canhão CN 120-26/52 de 120 mm, com cadência de 12 tiros por minuto, podendo utilizar todos os tipos de munição padronizados pela OTAN, entre elas a APFSD (armour-piercing fin-stabilised discading sabot) e a HEAT (high explosive anti-tank). Está equipado com um sistema de carregamento automático que permite ao Leclerc disparar em movimento contra alvos também móveis, com alta probabilidade de acerto. Seu armamento secundário é composto por uma metralhadora coaxial de 12,7 mm e uma metralhadora antiaérea de 7.62 mm montada do teto da torre. O sistema digital de controle de tiro, que analisa em tempo real todos os dados provenientes dos sensores e visores do tanque, possibilita tanto ao comandante quanto ao atirador selecionar seis alvos simultaneamente e engajá-los em cerca de 30 segundos.

Para visualizar o interior do Leclerc, passe o mouse sobre a torre do blindado.
O comandante tem à sua disposição oito periscópios e um visor panorâmico estabilizado HL-70, fabricado pela Safran, composto de um designador a laser, uma câmera e um intensificador de imagens. O alcance para reconhecimento é de 4 km e o alcance para identificação de alvos é de 2,5 km. A estação do atirador possui três periscópios e um visor termal estabilizado SAVAN 20, também da Safran, com três campos de visada. O motorista conta com três periscópios, sendo que o do centro é o OB-60, desenvolvido pela Thales Optronique, com câmeras para uso de dia e à noite. O Leclerc está equipado ainda com o sistema de gerenciamento de combate FINDERS (fast information, navigation, decision and reporting system), produzido pela Nexter, que inclui uma tela que apresenta um mapa colorido que mostra a posição dos tanques do esquadrão, a disposição das forças amigas e hostis, designa alvos e pode ser utilizado para planejar rotas ou missões. O sistema de proteção do blindado conta com o Galix, desenvolvido pela Nexter e pela Lacroix, com nove tubos lançadores de granadas de 80 mm dispostos de cada lado da torre do canhão, podendo disparar granadas fumígenas, anti-pessoal e despistadores infravermelho. O Leclerc está equipado com um motor diesel V8X-1500 Hyperbar com potência máxima de 1.500 hp a 2.500 rpm, com sistema de monitoramento eletrônico, e uma turbina a gás de alta pressão Suralmo-Hyperbar, permitindo que ele atinja uma velocidade de 50 km/h em terreno irregular e de 70 km/h em estradas pavimentadas. Embora não divulgada, a blindagem provavelmente é composta de aço, kevlar e materiais cerâmicos, sendo que os últimos modelos fabricados incorporaram uma combinação de tungstênio e titânio. O Exército francês possui 426 unidades do Leclerc e uma variante tropical foi desenvolvida para atender os requisitos específicos dos Emirados Árabes Unidos, que adquiriram 436 unidades do tanque.
Origem
França
Dimensões
comprimento: 9,9 m  /  largura: 3,7 m / altura: 2,5 m
Peso
56 toneladas
Tripulação
3 homens
Velocidade
70 km/h (máxima)
Autonomia
550 (máxima)
Motor
01 motor a diesel V8X-1500, com potência de 1.500 hp
Armamento
01 canhão CN 120-26/52 de 120 mm, 01 metralhadora coaxial M2HB de 12,7 mm
e uma metralhadora antiaérea MG de 7.62 mm montada na torre.

Tanque Challenger - Grã-Bretanha



O projeto do Challenger surgiu após os cancelamentos da encomenda feita pelo Irã em 1974 de 1.200 Shir 2 e do projeto MBT-80 que a Grã-Bretanha desenvolvia com a Alemanha. O carro de combate Shir 2 era um projeto novo, baseado no Chieftain do qual herdara o conjunto motor, armamento e sistema de controle de tiro, porém o chassi e a torre redesenhada com blindagem Chobham (feita de camadas sobrepostas de alumínio, titânio, cerâmica e outros materiais secretos) contavam com maior proteção contra munição HEAT. Assim, em 1980 o Ministério da Defesa britânico anunciou que daria continuidade ao projeto iniciado com o Shir 2, agora rebatizado de Challenger, encomendando 237 unidades para o Exército, com os primeiros exemplares entregues em 1983. O armamento principal consiste de um canhão L11A5 de 120 mm, que pode disparar vários tipos de projéteis como APDS-T (perfurante), HESH (alto explosivo) e fumígena, conectado a um IFCS, sistema avançado de controle de tiro totalmente computadorizado fabricado pela Marconi, e a um telêmetro a laser. Um total de 64 cargas são transportadas, juntamente com 4.000 cartuchos de metralhadora de 7.62 mm. A suspensão hidropneumática além de permitir uma excelente dirigibilidade em terreno acidentado, proporciona uma plataforma de tiro mais estável. Com peso de combate de 62 toneladas, é impulsionado por um motor Rolls Royce CV-12, de 12 cilindros, a diesel, que desenvolve 1.200 hp, permitindo-lhe atingir uma velocidade em estrada de quase 60 km/h.


Passe o mouse sobre a imagem acima para visualizar o desenho estrutural do Challenger

Em 1998 entrou em serviço no Exército britânico o Challenger 2, versão mais avançada desenvolvida pela Alvis Vickers Ltd, com uma encomenda total de 386 unidades. Dotado com o novo canhão L-30, confeccionado com aço eletroescória refinado (ESR), montado em uma torre com rotação de 360° e elevação de -10° a +20°. Está equipado com uma metralhadora coaxial Boeing e uma metralhadora anti-aérea GPMG L37 A2, ambas de 7.62 mm. Sua proteção está garantida pela segunda geração da blindagem Chobham e por um sistema completo NBC (nuclear, biological and chemical protection). Está equipado com uma Plataforma de Informações do Campo de Batalha (PBISA), sistema de navegação inercial e visor panorâmico giroestabilizado VS 580-10, da empresa SAGEM. O sistema de visão noturna TOGS II (Thermal Observation and Gunnery Sight), da Thales Optronics, gera uma imagem térmica do alvo, com ampliação de 4 a 12x, que é mostrada nos monitores do atirador e do comandante. Com seu respeitável poder de fogo, sua eficiente proteção blindada, a ótima mobilidade e a notável adaptabilidade herdadas do Chieftain, o Challenger reúne em alto grau as quatro qualidades básicas exigidas de um bom carro de combate.
Usuários: Grã-Bretanha, Jordânia e Oman.


Origem
Grã-Bretanha
Tripulação
4 homens
Dimensões
comprimento: 11 m / largura: 3,5 m / altura: 2,5 m
Velocidade
56 km/h
Alcance
450 km
Peso
62 toneladas
Motor
Rolls Royce CV-12, a diesel, de 1.200 hp
Armamento
Um canhão L-30 de 120 mm, uma metralhadora coaxial de 7.62 mm e uma metralhadora anti-aérea de 7.62 mm

Tanque Ariete - Itália



O carro de combate Ariete foi desenvolvido pela tradicional empresa italiana Iveco Fiat, sendo que a torre e os sistemas de armas foram desenhados pela Oto Melara. O armamento principal é o canhão de 120 mm, com capa térmica, sistema de extração de fumaça e estabilizado em dois eixos por sistemas hidráulicos, que está apto a disparar todos os tipos de munição, incluindo a HEAT (alto explosivo anti-tanque) e a APFSDS (dardo perfurante de blindagens), com 42 projéteis sendo estocados dentro do tanque. O Ariete pode engajar alvos estacionários ou em movimento, de dia ou à noite, estando ele próprio também parado ou em deslocamento. O armamento secundário é composto de duas metralhadoras de calibre 7.62 mm, com uma coaxial ao canhão e a outra montada na torre e operada pelo comandante do blindado. Para auto-proteção dispõe de disparadores elétricos de granadas fumígenas, dispostos de cada lado da parte superior da estrutura; de um receptor de alerta de iluminação laser, produzido pela BAE Systems Itália, com cobertura de 360°; blindagem adicional em todo o arco frontal do veículo; e sistema de proteção contra ameaças nuclear, biológica e química (NBC), fabricado pela Sekur SpA. O sistema de controle de combate do Ariete é o TURMS FCS, da Galileo Avionica, e inclui um periscópio panorâmico estabilizado, de uso dia/noite, que disponibiliza as imagens em um monitor para o comandante; um visor termal estabilizado e um telêmetro laser para o atirador; e um computador digital de controle de disparo. Este armazena informações dos sensores meteorológico e de velocidade do vento, juntamente com a atitude do tanque, condição do canhão, tipo de munição disponível e dados do alvo a ser eliminado, para calcular os algoritimos de controle de fogo e posicionar o canhão, os sistemas de visão e o telêmetro laser de forma a efetuar um disparo o mais preciso possível. O motorista da viatura, posicionado à direita da parte frontal, possui três periscópios de apoio, sendo que um deles com capacidade de visão noturna passiva, facilitando a condução em deslocamentos em total escuridão. O Ariete é impulsionado por um motor turbo Iveco V-12 MTCA, de 12 cilindros, a diesel, com potência de 1.300 hp. O sistema de transmissão automática da alemã ZF, tem quatro marchas a frente e duas à ré. Pode subir rampas com gradiente de até 60° e atravessar rios com profundidade de até 4 m (com preparação) ou 1,25 m (sem preparação). Atualmente em serviço com o Exército italiano, teve a primeira unidade entregue em 1995 e o último dos 200 tanques encomendados foi anexado em 2002. O Ariete teve seu batismo de fogo no Iraque em 2004.
 
Para visualizar o tanque Ariete por dentro passe o mouse na imagem acima.


Origem
Itália
Tripulação
4 homens
Dimensões
comprimento: 9,6 m / largura: 3,6 m / altura: 2,9 m
Peso
54 toneladas
Velocidade máxima
65 km/h
Motor / potência
Iveco Fiat V-12 MTCA / 1.300 hp
Autonomia
550 km
Armamento
01 canhão Oto Melara de 120 mm e 02 metralhadoras de 7.62 mm